Sábado
22 de abril 2016

 

The Legendary Tigerman

The Legendary Tigerman é o alterego de Paulo Furtado, multifacetado Artista de Coimbra, Portugal.
Inspirado no velho formato de one-man-band nascido nas margens do Delta do Mississipi, é um conceito adaptado e vivido no Século XXI, com uma estética muito particular – ao formato analógico tradicional (bombo, prato de choque, guitarra) juntam-se, sem pudor, soluções electrónicas. O resultado conhecido é explosivo. Ao vivo, as prestações não permitem indiferença na assistência – um homem, muitos instrumentos, o passado fundido com o amanhã. O Tigerman vive sobretudo no palco e realiza regularmente Digressões em vários Países e (porque não) Continentes – Portugal, Espanha, França (foi o o primeiro português a actuar no Festival Trans Musicales de Rennes, importante rampa de lançamento a nível europeu), Suiça, Alemanha, Bélgica, Inglaterra, EUA, Japão (Fuji Rock Festival – 7 Espectáculos em três dias, no maior Festival do mundo), Brasil, México, China. Em Portugal, é, em 2008, um dos convidados especiais do Festival Rock In Rio Lisboa. Em 2010, no Festival Alive! torna-se o primeiro Artista Português a programar uma noite e apresentar na integra um Álbum num Festival – no Espectáculo do Legendary Tigerman na “Femina Night” participaram todas as convidadas do Álbum. Em Janeiro de 2011, chega a consagração nos Coliseus de Lisboa e Porto: duas salas esgotadas, um naipe de convidados invejável e dois Espectáculos inesquecíveis.

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Riding Pânico

”Pensar que tudo começou numa incendiária tarde de 2004 é um exercício que tanto tem de nostálgico como de fútil. Se, por um lado, dá um certo gozo notar que foi daqui que brotaram dezenas de experiências no underground português, quer pela sua influência, quer pela sua própria mão, por outro os Riding Pânico não se detiveram nunca naquilo que já foi, e sim naquilo que pode ser no presente.

Daí a distância que vai entre um disco e o outro, sendo Rabo de Cavalo “apenas” o terceiro da sua carreira. A música dos Riding Pânico, supergrupo no inverso (já que os seus membros se tornaram, grosso modo, “super” a partir de projectos posteriores) não se delimita pelo tempo, e sim pela ideia; não é arbitrária, volátil, e sim fusão da veloci- dade de uma faísca com a vontade eléctrica de se ser, para sempre, como naquela tarde em que um grupo de amigos procurou o que não encontrava em mais lado algum. Res ipsa loquitur: o grupo de amigos foi-se alterando ao longo do tempo, mas não a sua ideia. Em Rabo de Cavalo, os riffs correm como uma água-viva, a bateria perde-se e parte-se, o groove ainda pulsa, qual coração de criança, sob um caos improvisado. Tudo em nome de um espírito indecifrável, de um rock que, mais que ser pós- qualquer coisa, é única e exclusivamente Portugal, sobretudo da sua sombra, do que não está imediatamente ao alcance. Tudo porque o pânico não é controlável: cavalga-se.”

Paulo Cecílio

 

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Single "Rosa Mota"
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Prana

Três anos depois d'O Amor e Outros Azares, os Prana estão a arrumar os últimos deta- lhes do que será o seu terceiro trabalho. Desta feita em formato trio, Diogo Leite, João Ferreira e Miguel Lestre regressam um pouco às origens melódicas do projecto enquan- to exploram novos caminhos à boleia do rock e da eletrónica.

Produzido por João Bessa, o novo álbum está em fase de pós produção e será apresentado durante o verão de 2017.



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Marvel Lima

Marvel Lima, quinteto oriundo de Beja, é constituído por José Penacho, Diogo Vargas, Luis Estanque, João Romão e Diogo Marques, banda sediada em Lisboa mas nascida nas quentes e áridas planícies do Alentejo, factor-chave na sua sonoridade.

“Mi Vida” é o single de apresentação do grupo, com um groove synth-prog-pop-rock este tema serve de apresentação para o primeiro álbum da banda, levando os primei- ros concertos a diversos pontos do pais e com “Fever“, o segundo single a banda tornou-se uma aposta para o futuro dentro da música alternativa portuguesa.

O álbum de estreia da banda bejense foi lançado no final de 2016 e este trabalho espe- lha a identidade da banda de forma coesa e cheia de dinamismo, com muito groove à mistura.
Entre vozes, percussões, sintetizadores, guitarras, baixo e bateria, este projeto recria a ambiência distorcida de uma viagem temporal entre os anos originais do rock psicadé- lico e a música contemporânea de hoje, com um forte tempero mediterrâneo e assumi- da influência latina. Uma mistura de géneros, onde rock psicadélico, congas e groove são hashtags de um álbum marcado pela sua criativa seção rítmica e pelas suas textu- ras sintetizadas influenciadas pelos 70’s.



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The Sunflowers

Imaginem-se deitados num campo de girassóis a ouvir a natureza e os passarinhos a cantar. Hmm, que bom. Mas o que é aquilo?
Aquele som lá no fundo a ficar cada vez mais alto? Magoa um bocado a cabeça mas tem que se ver o que é... É um feedback maroto. Mas um feedback maroto no meio de girassóis? Estranho... Agora, imaginem-se num concerto meio punk. Sim, só meio. Há girassóis e feedbacks e moches e guitarras sujas que nos fazem querer deitar fogo ao campo onde estivemos há pouco. Parece bom? Pois, nós sabemos que parece. "Os Sunflowers são 2, tocam despudoradamente, com pica, não te deixam adormecer, gostam mais de ideias do que de preciosismos técnicos, fazem soundchecks super rápi- dos, curtem tocar a meio da semana e têm uma versão altamente dos Ramones."

São uma banda que toca mais ou menos punk. Garage rock descreve melhor o som cheio de guitarras sujas carregadas de distorção vindas do além e melodias fixes para andar de skate e fazer moches. São um duo com influencias da nova cena indie e garage rock que definitivamente, não destoavam se estivessem a tocar num festival de Verão. Além disso, têm duas coisas a seu favor: uma rapariga na bateria e um vocalista que foi eleito o sexto mais bonito da escola.

Lançaram em meados de 2014 o primeiro registo musical, gravado n’O Cão da Gara- gem, colectivo de artistas que os próprios lançaram, repleto de espirito DIY. Este primei- ro EP foi bem recebido pelo público em geral, tendo destaque em algumas publicações musicais como, por exemplo, a Threshold Magazine, Bodyspace, Punch, etc. Já em 2015, foi o primeiro EP gravado em estúdio que contém o single “Mama Kim”. 2015 foi o ano dos girassóis, que nos prendaram com uma Tour de apresentação do Ep “Ghosts, Witches and PB&J’s”, com datas por todo o País, com especial destaque a presença para uma primeira parte com The Parrots em Lisboa, no Indie Music Fest 2015, Milhões de Festa 2015, NOS D' Bandada 2015, Jameson Urban Routes 2015, Black Bass - Évora Psychedelic Fest 2015, Vodafone Mexefest 2015, Barreiro Rocks 2015 e Salgado Faz Anos Fest 2016. Em 2016 também marcaram presença em palcos grandes como o Palco Vodafone do Rock in Rio Lisboa. Em Setembro saiu o seu primeiro álbum “The Interga- lactic Guide to Find the Red Cowboy” cujo single “Hasta La Pizza_Pepperoni” já roda por aí e consegue mostrar toda a jarda que a banda transporta, sendo este trabalho um forte candidato a álbum do ano, em Portugal.



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Baywaves

Vindos de Madrid, Baywaves surgiram em 2016 como uma das sensações depois de lançarem o seu EP “Only For Uz”, uma dose de psico-pop colorido e ácido que contou com a mistura de Joe Walker dos King Gizzard & The Lizard Wizard. Este quarteto madrileno rapidamente chamou a atenção em Espanha e na europa e foi ganhando adeptos, tendo o seu single “Time is Passing U By” aparecido no Top 10 Viral do Spotify. No mesmo ano apresentaram o EP em festivais como o Primavera Sound, NOS Alive, End of the Road, FIB Benicàssim, entre muitos outros em Londres, Brighton, Paris, Berlim, Marselha,...

Agora, os Baywaves prepraram a nova temporada com dois singles produzidos por Jarvis Taveniere (Woods, Real Estate, Mild Hight Club) que irão alimentar a projeção internacional, tendo já sido inciada com a sua presença, este ano, no Eurosonic.



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Single "Time is passing by"


Toulouse

Os Toulouse sempre tiveram queda para a pintura, para a viagem e para o etéreo — nesta amalgama, existem entre a canção pop, doce, e as cores vivas dos efeitos de imbuir guitarra em açúcar. O quarteto de Guimarães editou a cassete de estreia, "Juice", em 2015 preparando terreno para a selecção dos pantones com que colorirão os próximos passos, dos quais desabrocha o primeiro álbum "Yuhng", um registo sonhador, enérgico, com um travo naïve. Será difícil o coração oferecer resistência ao que os ouvidos tão simplesmente abraçam: melodias encantatórias, e um esgar de quem não vive neste mundo.


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Single Juniper
Tero!
Battery


La Flama Blanca
c/ Baile Tropicante

La Flama Blanca é Pedro Azevedo, um náufrago sul-americano que deu à costa na Madeira. Depois de uns anos no jardim do Atlântico, rumou ao continente e, como bom marinheiro, atracou no Cais do Sodré, local onde começou a comandar o barco da cumbia em Portugal, com a residência Baile Tropicante no MusicBox. Embarquemos num mar de sonoridades latinas tropicalientes, desde as tradicionais cumbiazadas sul-americanas até às novas cumbias electrónicas, ou tecnocumbias, com o comandante La Flama Blanca.

Espere-se loucura.



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Nuno Sampaio, Revista Rua 10.jpg

A Boy Named Sue

A MÁQUINA DO TEMPO DO ROCK’N’ROLL

Dj a boy named Sue (Tiago André) é provavelmente o mais icónico e versátil dj do mundo do rock'n'roll em Portugal. Braço direito de Paulo Furtado (The Legendary Tigerman) nos seus vários projectos, há 15 anos que agita as pistas de dança por todo o país nos mais variados eventos e festivais. Já fez a primeira parte dos Jon Spencer Blues Explosion numa tour em Itália, já passou música no Festival de Cannes, Oslo, Madrid, Marselha e Macau. Tem um programa de rádio há 12 anos na Rádio Universidade de Coimbra e uma crónica semanal no Indiegente de Nuno Calado, na Antena 3.

Em 2016 lançou-se numa tour em Portugal e o resultado foram 125 actuações, por 64 espaços diferentes, em 30 cidades diferentes, destas 14 em fesivais (NOS Alive, Vodafo- ne Paredes de Coura, Reverence Valada, Entremuralhas...)

‘’DJ A Boy Named Sue always knows how to get the party started and always comes correct with the freshest, finest, and funkiest rock'n'roll jams’’


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